Laguna recebeu 1º debate

O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Tubarão e Complexo Lagunar realiza uma série de audiências públicas para mostra dos estudos contidos no Relatório de Impacto ao Meio Ambiente (Rima), do Projeto de Redragagem do Rio Tubarão. No evento, representantes da Fundação do Meio Ambiente (Fatma), da empresa Prosul, responsável pelos estudos, e da Secretaria de Estado da Defesa Civil ficaram à disposição dos lagunenses, ontem, para esclarecimentos.  A primeira audiência ocorreu no auditório A da Udes, na Cidade Juliana. A segunda está marcada para a próxima segunda-feira, no auditório da Fucap, em Capivari de Baixo, a partir das 19 horas. Em Tubarão, o encontro ocorrerá no próximo dia 5, no auditório do Cedup, no bairro Santo Antônio de Pádua. A audiência, promovida pela Fatma, faz parte do processo de licenciamento. Técnicos e responsáveis expõem o empreendimento e esclarecem as dúvidas. “É o momento em que a comunidade pode questionar e fazer sugestões diretamente para a Fatma”, esclarece o presidente da Fundação, Alexandre Waltrick Rates. As obras, que há anos estão em pauta teórica e até agora nada de prática, são de responsabilidade da Secretaria de Estado da Defesa Civil. Antes da audiência, a população pode consultar o Rima.

Obra pode custar R$ 500 milhões  O Relatório de Impacto ao Meio Ambiente (Rima) apresenta informações relativas ao projeto previsto para a região: as obras de melhoria fluvial no canal retificado do rio Tubarão, dragado e retificado na década de 1980, localizado entre os municípios de Tubarão, Capivari de Baixo e Laguna. O Rima se traduz em um resumo simplificado do Estudo de Impacto Ambiental (EIA), submetido à Fundação do Meio Ambiente (Fatma) para o licenciamento ambiental do projeto que trata das obras de manutenção, aprofundamento e recuperação da calha do rio, no trecho entre a ponte da BR-101 e a foz, na Lagoa Santo Antônio dos Anjos, em Laguna, considerando ainda uma continuidade da dragagem até a Barra da Laguna. Por meio deste documento é possível conferir as interferências que as obras previstas ocasionarão, podendo visualizar, além dos benefícios, também as consequências ao meio ambiente e ao cotidiano das comunidades atingidas, algumas temporárias e outras mais duradouras.

Fonte: Notisul

Imagem: Cidasc/ Divulgação/ Notisul 

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