Baleias: falta de alimento e clima geram queda

A condição climática atípica é o principal motivo para a interferência na disponibilidade de alimentos para as baleias francas. Consequentemente, isso tem causado queda gradativa no número de animais na região durante a temporada de reprodução da espécie.

De acordo com a diretora de pesquisa do Instituto Australis, Karina Groch, o número baixo de baleias, principalmente em setembro – quando é o pico da temporada reprodutiva –, chamou a atenção dos pesquisadores. “Pelo segundo ano seguido, nos deparamos com a baixa presença das baleias francas no litoral catarinense. Esse comportamento atípico de ocorrência da espécie é decorrente de anomalias climáticas”, explica.

Essas anomalias climáticas acabam, segundo Karina, interferindo na disponibilidade de alimento para as baleias francas na Antártida e, consequentemente, no sucesso reprodutivo, ressalta. “A baixa presença das baleias francas tem ocorrido pelo provável baixo índice de krill disponível para alimentação dos mamíferos no Extremo Sul do continente sul-americano”, ressalta Karina.

Somente em setembro (pico da temporada), 36 baleias foram avistadas, sendo 17 pares de mãe e filhote e duas baleias adultas não acompanhadas de filhotes. A temporada reprodutiva das baleias francas no Brasil é de julho a novembro, mas o melhor período para observação é entre a segunda quinzena de agosto e a primeira quinzena de outubro.

Fonte: Diário do Sul

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