Verão: conheça alguns dos mitos e verdades relacionados à estação

Verão é tempo de desacelerar e de viver com tranquilidade, de preferência, à beira-mar. Mas muitos perigos estão associados à estação. Insolação, intoxicação alimentar e problemas relacionados ao excesso de exposição solar são alguns deles. Saiba mais sobre mitos e verdades relativos ao verão. 

O sol seca as espinhas

MITO: de fato, o sol  tem uma pequena ação bactericida. A ação nociva dele com relação à acne, porém, é muito maior. Busque orientação de um dermatologista ao apresentar o problema.

Em dia nublado, é possível dispensar o protetor solar.

MITO: mesmo em dias de céu fechado, a luz solar passa pelas nuvens, nos atingindo do mesmo modo. O protetor deve ser usado constantemente no verão. O câncer da pele (tipo não melanoma, ou seja, com menor potencial maligno) é o mais prevalente em todo o Brasil. Para o biênio 2016-2017, o Instituto Nacional do Câncer (INCa) prevê 176 mil novos casos.

Sucos naturais de frutas perdem seus nutrientes mais rápido nos dias de sol.

VERDADE: as vitaminas degradam-se rapidamente quando há maior incidência de sol. Alimentos frescos devem ser consumidos logo. Então, fique atento (a) à qualidade dos alimentos, já que, no verão, o risco de intoxicação alimentar é muito maior devido ao calor. Evite, ainda, alimentos ricos em gordura e de procedência insegura.

Ao ficar debaixo do guarda-sol, pode-se dispensar o protetor solar.

MITO: o guarda-sol faz uma proteção parcial, permitindo a passagem da radiação. A água, a areia e outras superfícies (azulejo da piscina, por exemplo) refletem a luz e radiação solar, que nos atingem mesmo sob o guarda-sol. Este (que deve ser de pano ou de lona) é essencial à fotoproteção ao sol, mas nunca substitui o filtro solar.

Bonés, chapéus óculos de sol também são indispensáveis, além de roupas com fator de proteção solar, destaca o dermatologista Luís Gustavo de Ávila, da Clínica Pró-Vida, de Tubarão.

Entrar na água depois de comer pode fazer mal

VERDADE: após as refeições, grande parte da circulação do sangue vai para o intestino, a fim de auxiliar na digestão. Com isso, outros órgãos receberão menos sangue. Pode-se sentir sonolência e tontura, já que a circulação de sangue no cérebro será menor.

Consumir frutas cítricas ou bebidas à base destas (como suco e caipirinha) sob o sol pode manchar na pele

VERDADE: o limão e outras frutas cítricas mudam sua conformação química e causam, na pele, as manchas denominadas de fitofotodermatose, destaca a dermatologista Maria Virgínia Guedes, também da Pró-Vida.

Pessoas de pele negra podem dispensar o protetor solar

MITO. As pessoas de pele negra têm, realmente, uma proteção “natural” da pele pela maior quantidade de melanina produzida, mas não podem esquecer da fotoproteção. Elas também estão sujeitas a queimaduras, ao câncer da pele e outros problemas cutâneos.

Quando estou na água, não corro o risco de me queimar

Um GRANDE MITO: a água reflete a luz, e roupas molhadas têm menor capacidade de proteger a pele em relação às roupas secas. Além disso, água e transpiração removem o filtro solar. Reaplique-o a cada duas horas, indo para a água ou não. Aplique o protetor em todas as partes de corpo expostas ao sol (incluindo mãos, orelhas, nuca e  pés). Uma colher de chá é a quantidade recomendada para rosto e pescoço (conforme gráfico da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), em anexo). 

Para os cabelos, além de chapéus, recomenda-se o uso de fluidos siliconados nas pontas, o que impede que eles se danifiquem com o vento, o calor e a maresia. Deve-se, porém, evitar o uso de chapéus e bonés com os cabelos molhados.

Ficar com o biquíni molhado pode causar problemas ginecológicos/ urológicos

VERDADE. Evite permanecer muito tempo com as roupas de banho molhadas, já que a umidade desprotege a região genital.  

O protetor solar impede totalmente o bronzeamento

MITO: é preciso avaliar duas características dos filtros solares, o FPS (fator de proteção solar) e o PPD (do inglês, persistent pigment darkening,que faz menção à resistência da pele). O FPS é o número de valor alto que vem em destaque na embalagem (15, 30, 50 etc). Já o PPD deve ser de pelo menos um terço do valor do FPS. Ou seja, para um filtro com FPS 30, o PPD precisa ser no mínimo 10. Um filtro com FPS 30 ou superior é ideal para uma exposição mais prolongada ao sol (praia, piscina, pesca, etc.).

Fonte: Ascom Pró-Vida

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