VENDAS DA INDÚSTRIA REAGEM EM JULHO

Florianópolis, 5.9.2017 – As vendas da indústria catarinense em julho cresceram 5,3% em relação ao mesmo período em 2016, mostra pesquisa indicadores industriais, divulgada pela Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC). Outro indicador positivo no período foi a massa salarial real, que aumentou 4,5%. O desempenho negativo foi registrado nas horas trabalhadas na produção (-0,46%) e a utilização da capacidade instalada no mês ficou em 80,14%, valor ligeiramente abaixo do registrado em julho de 2016 (80,97%). Embora a evolução das vendas no acumulado do ano permaneça negativa, com redução de 1,2% de janeiro a julho, é observada uma desaceleração na queda para todos os indicadores. Clique aqui e veja a pesquisa completa. Acompanhe no Portal Setorial FIESC as informações da economia catarinense.

No acumulado do ano até julho ante o mesmo período em 2016, os setores que registraram alta no faturamento foram equipamentos de informática e produtos eletrônicos (14,8%), produtos alimentícios (6,7%), metalurgia (3,8%), celulose e papel (2,7%), móveis (2,7%) e produtos de metal (2,2%). Os segmentos que apresentaram redução nas vendas foram: bebidas (-11,2%), borracha e material plástico (-9,1%), máquinas, equipamentos e materiais elétricos (-6,5%), máquinas e equipamentos (-6%) e produtos de madeira (-4,5%).

Resultado nacional: Conforme pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a atividade industrial brasileira cresceu em julho. As horas trabalhadas aumentaram 0,7%, o faturamento teve alta de 1,7% e o emprego cresceu 0,1% frente a junho, de acordo com dados livres de influências sazonais. Inclusive, esse é o terceiro mês consecutivo sem queda no emprego, algo que ocorreu pela última vez em janeiro de 2015. Veja aqui os dados completos.

Conforme a CNI, há meses os indicadores de horas trabalhadas e de faturamento têm alternado entre variações positivas e negativas, o que impossibilita apontar uma tendência para os próximos meses. No caso das horas trabalhadas, apesar do crescimento em julho, o índice continua em patamar baixo. O aumento foi insuficiente para reverter o recuo de 1,2% no indicador em junho. Além disso, o índice de julho é 2,5% menor que o registrado em julho de 2016. A alta no faturamento também foi insuficiente para reverter a queda de 2,2% em junho. No entanto, o indicador está 0,2% acima do registrado em julho de 2016. O emprego recuou 2,3% na comparação com julho do ano passado. Em julho, a indústria operou, em média, com 77,4% da capacidade instalada, na série livre de efeitos sazonais. Isso representou um aumento de 0,3 ponto percentual na comparação com junho e de 1 ponto percentual em relação a julho de 2016.

Fonte: FIESC Imprensa 

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