PML quer agilizar obras

Em uma ação conjunta, a Secretaria de Planejamento Urbano e a Fundação Lagunense de Cultura estão reunindo documentos para responder a 27 perguntas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) sobre os projetos do Memorial Tordesilhas e Museu Histórico Anita Garibaldi. A liberação do restante dos recursos da obra do restauro do Mercado Público está atrelada à prestação de contas dos projetos, e hoje as obras estão paralisadas. 

O BNDES é o responsável por financiar, através da lei Rouanet, a obra de revitalização do Mercado Público e os projetos do Memorial Tordesilhas e Museu Histórico Anita Garibaldi. O projeto museográfico é a articulação da linguagem como meio de comunicação do museu; já o projeto museológico está relacionado à gestão. Os projetos foram concluídos e aprovados pelo Iphan. A Fundação Lagunense de Cultura deverá emitir um parecer sobre a aprovação e possibilidade de implantação.

Desde o ano passado, o andamento dos projetos foi cancelado devido a uma questão na Justiça. A intenção é entregar os documentos no próximo mês. Somente após a avaliação dos documentos da prestação de contas do projeto do Memorial Tordesilhas e do Museu Histórico que o banco deve liberar o restante dos recursos para a sequência da obra do Mercado Público. 

O presidente da Fundação Lagunense de Cultura, Márcio Rodriguês Filho, e a secretária de Planejamento Urbano, Silvânia Cappua Barbosa, estiveram na sede do BNDES, no Rio de Janeiro, para traçar estratégias e solucionar os problemas.

De acordo com a secretária de Planejamento Urbano, a obra do Mercado Público está avançada. “Já houve duas medições, conforme o projeto”, declarou. Hoje foram executadas 46% das obras de restauro do mercado, no valor R$ 1.747.446,97, porém, foi pago o valor de R$ 1.467.571,30.

Andamento
A empresa que realiza a obra possui um crédito a receber de ações já executadas. A obra de restauro está avaliada num total de R$ 3.800.800,00. Já foram efetuadas reuniões com ex-funcionários da Fundação Lagunense de Cultura para reunir documentos. “O prefeito vem cobrando todos os dias o andamento do Plano de Ação”, disse Silvânia. O relatório será entregue neste mês para o BNDES e a expectativa é um pronunciamento do banco até o final do ano. 
O prédio foi construído por Antônio Pinto da Costa Carneiro, e pegou fogo no dia 20 de agosto de 1939. No ano de 1940, as ruínas do prédio incendiário foram derrubadas. Iniciou-se um trabalho de transformação da orla marítima com a construção do atual mercado. No ano de 1956, um novo prédio começou a ser erguido, no mandato do então prefeito Valmor de Oliveira. No ano de 1958 foi inaugurado o novo prédio. No ano de 2013, o governo licitou a obra de restauro do mercado, paralisada em 2016 por problemas de orçamento.

Fonte: Diário do Sul

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