Munição da GMT estava vencida

Mesmo antes da perda do porte de arma, a munição que pertencia à Guarda Municipal de Tubarão (GMT) estava vencida. A informação é do vice-presidente do Sindicato dos Guardas Municipais de Santa Catarina (Sindguardas/SC), Ronaldo da Rosa Damázio. 

Desde o dia 13 de julho as armas, munições e coletes estão guardados no Batalhão da Polícia Militar da Cidade Azul. As viaturas seguem paradas no pátio da prefeitura. Segundo Damázio, os guardas municipais também atuam sem uniforme por questão de segurança, conforme definição em reunião com o prefeito João Olavio Falchetti. Setores como Departamento de Multas, Arena Multiuso, museu, postos de saúde e a Casa da Cidadania abrigam os guardas momentaneamente. 

O setor de Comunicação da Polícia Federal de Florianópolis diz que não há uma fiscalização sobre a validade de munições e coletes, apesar de receber denúncias.


Armas podem enferrujar
Conforme o gerente do Clube 38, especialista em armamento, de São José, Gerson Bueno, a recomendação do fabricante para o tipo de munição adotada pela GMT é de seis meses se a embalagem com dez balas estiver aberta. “Pelo contato com o ar, há possibilidade de oxidação. Além disso, o tiro não tem a mesma eficácia porque se perde um pouco o poder da pólvora”, analisa.

Ainda segundo Bueno, as armas são “máquinas” que podem durar mais de uma geração, desde que receba manutenção constante. Ou seja, a validade vale para munição e coletes, e não para os revólveres, que podem até enferrujar.

O secretário de Segurança e Patrimônio da prefeitura de Tubarão, Flávio Martins, confirmou que a munição com validade excedida será utilizada em cursos de tiro. “Assim que retornar o porte de armas aos guardas municipais, novas munições serão compradas”, adiantou.


Prefeitura tentará adaptações
Flávio confirmou ainda que estão sendo estudadas possíveis adaptações para a Lei 13.022, que obrigada ao chefe da GMT ingresso por concurso. Em Tubarão, o cargo é por indicação. A prefeitura aguarda uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que analisa a constitucionalidade do texto.

Foto: Divulgação

Fonte: Notisul

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