Lacre ambiental, em Laguna: operação continua de forma rigorosa

A operação Lacre Ambiental, que busca identificar ligações irregulares de esgoto na região do Mar Grosso, em Laguna, chega a uma nova fase. De forma mais rígida, os órgãos que participam da operação analisam todos os itens necessários para que as construções estejam regularizadas.

“É uma fase mais detalhada, na qual estamos vistoriando item por item de todos os prédios, em conjunto com a Casan e a Vigilância Sanitária”, explica a bióloga da Flama, Aline Trichês.

Desde que a operação começou, há dois meses, já foram vistoriados mais de 70 prédios e casas no balneário, que vem sofrendo com as ligações clandestinas de esgoto na rede pluvial, destinada somente para a água da chuva.

Em uma única rua, 40 prédios foram notificados. O caso aconteceu nas proximidades da Praça do Vila. Entre os problemas encontrados estavam o esgoto sem ligação na caixa de inspeção, caixa de gordura sem manutenção, ligação irregular da drenagem pluvial na caixa de inspeção, chuveiro externo ligado na caixa de inspeção e inexistência de ligação do esgoto.

“Alguns edifícios e casas apresentavam algumas dessas irregularidades, mas teve prédio com todas elas. Destes, apenas um estava totalmente regularizado”, disse a bióloga.

A notificação é emitida pela Vigilância Sanitária do município, que dá um prazo de quinze dias úteis para a regularização. Na última semana, uma multa e duas notificações foram geradas na rua Plínio Nobre. O prédio multado estava com o esgoto ligado diretamente no emissário submarino sem tratamento prévio, com fossa e filtro.

A operação Lacre Ambiental teve início após as reclamações sobre o mau cheiro gerado pelo esgoto a céu aberto, que toma algumas ruas e parte da orla do Mar Grosso.

VAZAMENTO DE ESGOTO NO CENTRO HISTÓRICO
Ontem, uma falha técnica em uma das bombas da estrutura que transporta o esgoto para a estação de tratamento da Casan, na Vila Vitória, causou o vazamento de dejetos no Centro Histórico, em Laguna. Os responsáveis pela agência local da Casan explicaram que o problema foi causado pela falha do inversor da bomba. Técnicos resolveram a situação ainda nesse domingo, e uma equipe fez a limpeza da via.
No começo do mês, um ato de vandalismo teria provocado o mesmo problema. Segundo a companhia, uma das bombas havia queimado após um dos disjuntores ter sido desligado propositalmente, causando um vazamento parecido com o de ontem.

Fonte: Jornal Diário do Sul

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