Milhares homenageiam seus entes queridos

Diversas pessoas foram aos cemitérios em Tubarão e região ontem para prestar homenagens aos mortos, no Dia de Finados. Logo pela manhã, o Cemitério Municipal, no Centro da Cidade Azul, já estava lotado e continuou desta forma ao longo do dia. O clima foi de comoção e respeito. Os outros locais também tiveram grande movimento. A aposentada Julia Cabral foi prestar homenagens aos seus entes queridos. Ela salienta que há anos, nesta época, realiza visitas aos túmulos. Várias missas, cultos evangélicos e outras celebrações ocorreram nos cemitérios da região. Conforme o padre Rafael Uliano, a data é marcante porque é a festa da imortalidade e da ressurreição. “É uma recordação da vida de quem já peregrinou neste mundo e alcançou a plenitude de seus desejos e esperanças”, destaca o vigário da Catedral Diocesana.   A dona de casa Maria Claudete Valgas reside em Tubarão há mais de 40 anos. Ela nasceu no Rio Grande do Sul e, desde quando se casou na década de 70, mora com o marido e o filho na cidade. Como todos os seus familiares moram no estado vizinho e nem sempre Maria pode viajar nesta data para prestar homenagens aos seus parentes falecidos, ela vai ao cemitério no centro para orar por eles.

“Primeiro acendo velas para as almas mais necessitadas. Aprendi desde a infância que é importante, esses mortos precisam encontrar uma luz. Temos que rezar por eles, depois acendo velas para os meus pais, tios e os demais falecidos de minha família. É inacreditável, mas aqui lembro sempre que o nome da minha bisavó era Nacimenta e isso me remete a algo especial, que a luz das velas é um renascimento, uma nova oportunidade”, relata.

A data é celebrada em vários países do mundo e é uma homenagem aos mortos. A tradição começou no século 11 e foi criada pelo abade francês Odilon. O objetivo era que  os falecidos alcançassem a salvação eterna de suas almas. Por outro lado, na Idade Média, a preocupação da população com o ‘além da vida’ na terra era grande. Por esse motivo, os mortos eram sepultados dentro das igrejas. Eles acreditavam que desta forma os falecidos estariam próximos de Deus. Apenas no século 18 os cemitérios foram criados.

Fonte: Notisul

 

 

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