Alta demanda atrasa atendimentos

O aumento no número de chamados feitos à Central Regional de Emergências (CRE) da Polícia Militar (PM) nas últimas semanas do ano tem gerado atraso no atendimento. Segundo a PM, a situação ocorre porque o reforço para a Operação Veraneio ainda não chegou.

Neste fim de semana, alguns moradores de Tubarão reclamaram da demora. Num dos casos, um morador contou que acionou a PM porque havia um carro estacionado em frente à sua garagem, na rua Padre Bernardo Freuser, no Centro da cidade, mas a polícia não apareceu.

De acordo com o morador, o veículo permaneceu no local proibido por cerca de três horas. Ele relata que fotografou o carro e que esperava mostrar o registro para os policiais, a fim de que o infrator recebesse uma notificação.

“Eu bati fotos da entrada da minha garagem e eu teria o direito de mostrar para alguma autoridade para que o infrator fosse multado. É o que eu acho que deveria ser feito”, lamenta o morador, que informa que também entrou em contato com a Guarda Municipal da cidade, igualmente sem sucesso.

A demora no atendimento foi confirmada pela Polícia Militar. Conforme o chefe da CRE, o tenente-coronel Vilson Schlickmann Sperfeld, o atraso tem ocorrido por conta do aumento da demanda, provocado principalmente pelo movimento nas praias.

“Houve um aumento no número de ocorrências, mas ainda não tivemos o aumento de efetivo. Por conta disso, alguns atendimentos estão demorando um pouco mais. A situação deve ser normalizada com a chegada do reforço policial na Operação Veraneio”, explica o coronel Vilson.

 

Reforço de efetivo para Operação Veraneio é aguardado

Enquanto isso, o reforço policial para a Operação Veraneio é aguardado. Há a expectativa de que o incremento de efetivo chegue à região antes do Natal, com policiais vindos de outras regiões do Estado.

No entanto, a chegada desses policiais depende da autorização do governo. Enquanto o reforço não chega, o chefe da CRE pede a compreensão dos moradores. “A gente solicita um pouco de paciência a mais nesse momento”, diz o tenente-coronel Vilson Schlickmann Sperfeld.

Schlickmann ressalta que o atendimento de ocorrências prioritárias, aquelas que envolvem riscos à vida e crimes violentos, não estão sendo afetadas, e que o atraso observado se refere a ocorrências mais simples.

Fonte: Jornal Diário do Sul

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