Setembro Verde: um alerta à população sobre a necessidade de prevenção do câncer de intestino

Em setembro, o verde representa, além da importância da doação de órgãos, a prevenção do câncer de intestino (colorretal). A campanha é uma realização da Sociedade Catarinense de Coloproctologia em parceria com o apoio da Associação Brasileira de Prevenção de Câncer de Intestino (ABRAPRECI) e Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP). O conceito da campanha se baseia em despertar o interesse do público, destacando que é possível prevenir o câncer de intestino.

O objetivo é mobilizar a sociedade, chamando atenção para a existência da doença e, principalmente, a importância da sua prevenção e diagnóstico precoce.

Em números

A estimativa do Instituto Nacional do Câncer José de Alencar (InCa), do Ministério da Saúde, feita no ano passado, era 15.070 casos novos de câncer de cólon e reto em homens, no Brasil, e 17.530 em mulheres. Esses valores correspondem, segundo o InCa, a um risco estimado de 15,44 casos novos a cada 100 mil homens e 17,24 casos novos a cada 100 mil mulheres. O câncer de intestino é a segunda causa de mortes entre os homens e a terceira entre as mulheres no país.

Diagnóstico precoce da doença foi vital a aposentado

Sangramentos frequentes após evacuar. Esse sintoma era visto como sinal de hemorroidas (veias que, na região do ânus, dilatam-se e sangram, no momento da evacuação), tendo acompanhado o aposentado Casemiro Rosa, 68 anos, por muito tempo.

“O caminho para a descoberta da doença foi o momento de doar sangue. O médico responsável me chamou ao constatar que meu hematócrito estava muito baixo, o que me impediria de doar. Contudo, mesmo com os sangramentos constantes, eu não acreditava se tratar de nada grave”, conta.

Em uma consulta ao cardiologista, a esposa de Casemiro relatou a preocupação com os sangramentos apresentados pelo marido. “Fui então encaminhado ao coloproctologista Kaiser de Souza Koch, da Pró-Vida. Já na avaliação clínica, ele percebeu se tratar de algo grave, o que foi confirmado pela colonoscopia (exame que avalia o intestino grosso e a porção final do intestino delgado).

No caminho da cura, Casemiro submeteu-se a sessões de quimioterapia de radioterapia. Hoje, usa bolsa de colostomia, mas garante levar uma vida normal e saudável, praticando atividades físicas e realizando exames periodicamente. “Se pudesse dar um conselho seria, diante de sintomas como o que tive, buscar orientação médica imediatamente. Especialmente a nós, homens, preconceitos e medos favorecem o desenvolvimento de doenças”, observa o aposentado.

Sangramentos: alerta 

O coloproctologista Kaiser Koch destaca a importância de se buscar orientação médica ao perceber sangramento pela via anal. “É essencial destacarmos que nem todo sangramento é sinal de hemorroidas. No caso de Casemiro, o resultado foi positivo por ele haver buscado ajuda no momento certo”, alerta o médico.

Fotos: Marília Köenig/Comunicação Pró-Vida

Fonte: Comunicação Pró-Vida

Casemiro e coloproctologista, Kaiser de Souza Koch.
Casemiro Rosa, 68 anos.

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