Síndrome de Down: estimular é um dos caminhos

Olhos amendoados, rosto arredondado, mãos menores com dedos mais curtos, estatura mais baixa e constante sorriso. Essas são algumas características dos quase 300 mil brasileiros que possuem síndrome de Down. Pessoas que têm muito mais em comum com o resto da população do que diferenças, mas que precisam ser estimuladas e acompanhadas por profissionais da saúde para ter uma melhor qualidade de vida.

A família de Aislan Gregório da Silva Júnior, de sete anos, comemora as conquista do menino ao incentivá-lo a realizar várias atividades educativas. Além de ir regularmente ao médico e frequentar a sala de aula de uma escola regular, ele também faz natação, equoterapia, fonoaudiologia e aulas de violão. Inclusive, toca ao lado do avô materno, Lúcio Manoel da Silva, de 69 anos. São parceiros na cantoria.

“A nossa vida é movida pelo amor incondicional dele. Não fazemos mais que a nossa obrigação. Cada conquista para nós é sempre uma vitória”, comemora a mãe, Liliane Dias da Silva.

A comemoração da data anual de 21 de março como o Dia Mundial da Síndrome de Down foi estabelecida com a finalidade de informar sobre a síndrome e reduzir o preconceito. O Down é caracterizado pela presença de três cromossomos 21 em todas ou na maior parte das suas células. Fato que ocorre na hora da concepção da criança.

“O portador é capaz de sentir emoções, aprender, ler, escrever, se divertir, frequentar a escola, trabalhar como qualquer outra pessoa e ocupar seu lugar na sociedade”, ressalta o neurologista pediátrico da clínica Pró-Vida Jaime Lin.

Para o desenvolvimento com saúde de um Down, diferentemente de uma criança sem a síndrome, o neurologista indica tratamentos interdisciplinares e multidisciplinares constantes, auxiliadores no desenvolvimento intelectual e pessoal.

“Os portadores da síndrome apresentam um maior risco de doenças cardiopáticas congênitas, por isso é muito importante que sejam acompanhados desde bebês por um bom cardiologista pediatra. É comum também desenvolverem alterações na tireoide e doenças mieloproliferativas, como leucemias”, relata Jaime.

Fonte: Diário do Sul

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