Mãe pede ajuda para cirurgia da filha

Uma mãe de Pescaria Brava descobriu que a filha não está na fila do Sistema Único de Saúde (SUS), como foi prometido pelo hospital onde Cíntia, de 17 anos, faz o tratamento de escoliose. A família aguarda, desde junho do ano passado, pela cirurgia que pode dar mais qualidade de vida à jovem, portadora também de uma síndrome rara, de Landau-Kleffner (SLK).

Segundo a mãe, Cíntia nasceu normal, mas com um ano de idade ela teve uma convulsão. Foi assim que a família descobriu que a menina tinha a síndrome rara, uma forma de epilepsia, que resulta em transtornos de linguagem. Aos 15 anos, Cíntia passou a apresentar um novo problema. 

“Em 2015, um dos ombros dela começou a ficar caído, provocando uma curvatura acentuada na coluna. Levei a Cíntia no médico, em Florianópolis, e o diagnóstico foi de escoliose. Com o tempo, o problema foi se acentuando. Ela precisou usar um colete especial até junho do ano passado. Foi quando o médico disse que a única solução seria uma cirurgia”, explica a mãe, Liliane Martins Eliseu. 

De acordo com Liliane, assim que o médico falou sobre a cirurgia, ele também comentou que Cíntia já estava na fila do SUS para poder realizar o procedimento. “Perguntei se a gente precisava fazer algo da parte burocrática, mas ele comentou que não precisava, que ele mesmo e o hospital ficariam responsáveis por isso. E que a partir daquele dia ela já estaria na fila do SUS. O tempo passou, não tivemos nenhuma novidade, até que descobri, na semana passada, que a minha filha não está na fila do SUS”.

O susto e a sensação de incerteza tomaram conta da família. Eles procuraram o hospital para saber o que tinha acontecido, mas até agora não tiveram resposta. Por conta disso, Liliane começou uma campanha para arrecadar o valor necessário para que Cíntia possa ser operada. 

“A cirurgia custa entre R$ 80 mil e R$ 100 mil, além de ser de grande risco. Vamos continuar essa campanha para arrecadar o dinheiro e tentar fazer a cirurgia o quanto antes, pensando no bem-estar da minha filha”, ressalta Liliane.


Como ajudar

As doações podem ser feitas através de uma conta poupança, aberta pela família, em nome de Cíntia Eliseu Ouriques, na Caixa Econômica Federal. Mais informações sobre as doações também podem ser obtidas com a mãe, Liliane, através do telefone (48) 99817-3601. 

Caixa Econômica Federal
-Agência: 0421   -Operação: 013   -Conta: 117225-6

 

Reunião hoje

O Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis, é uma unidade que faz parte da Secretaria do Estado de Saúde do governo do Estado. O DS entrou em contato com a assessoria de imprensa da Pasta para saber o que havia acontecido com o caso da Cíntia, e também sobre o que poderia ser feito para resolver o problema. Até o fechamento desta edição, nós não recebemos esse retorno. Segundo a mãe de Cíntia, a família tem uma reunião hoje no hospital para saber mais detalhes sobre o que pode ter acontecido.

Fonte: Jornal Diário do Sul

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